Até breve. Até sempre.
Não: não quero nada.
Já disse que não quero nada.
Não me venham com conclusões! A única conclusão é morrer.
Não me tragam estéticas!
Não me falem em moral!
Tirem-me daqui a metafísica!
Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem conquistas
Das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!)—
Das ciências, das artes, da civilização moderna!
(…)
Não me peguem no braço!
Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.
(…)
Lisbon Revisited, Álvaro de Campos (adaptado)
Posted by in 17:34:47
Eu não quero ser sozinha, quero ter-te a meu lado, independentemente de tudo o que se possa passar