Sunday, October 28, 2007
Friday, October 26, 2007
My stupid mouth (II)
Com este ritmo é normal que que saia asneira. Por estar no último ano e envolvido em projectos extra-curriculares, já tenho um certo á vontade com alguns professores, na medida em que converso sobre temas que não a universidade. Durante as aulas há até “private jokes”. Na reacção a uma provocação, disse asneira. Não que ofendesse alguém, mas passei uma ideia de mim mesmo que sempre combati ao longo da minha vida.
O que posso fazer? “My stupid mouth, got me in trouble, I said too much again…”…
Falo-vos disto porque estou cansado. Todos dizemos, com um certo orgulho e mentalidade que nos é incutida desde pequenos, que a opinião dos outros não importa. Isto é terrívelmente falso, a menos que estejamos no meio da floresta a estudar macacos. Aí a opinião dos macacos, realmente, não tem grande interesse… Mas a opinião de pessoas que nós temos em consideração, quer seja colegas, professores ou amigos, essa opinião é sempre muito valiosa. Somos seres sociais, de relações complexas, e gostamos de nos sentir bem no nosso meio. Conseguem ser como o Dr.House? Reparem que, mesmo ele, passa a ideia de que não se importa com a opinião dos outros. Mas combate ferozmente sempre que alguém insinua que ele se importa… Estão a ver o paradoxo?
Mas dizia, estou cansado. Estou cansado de não me conseguir fazer compreender, de não conseguir mostrar quem sou. O mais estranho, no meio disto tudo, é que as pessoas que me conhecessem há mais tempo dizem que sou transparente!… O mundo é demasiado estranho para mim.
Nestas alturas sinto falta de alguém que não precise de me ouvir falar para me perceber… A quem possa dizer as maiores barbaridades e não ser julgado… Que perceba quando estou a mentir…
“I’m never speaking up again… starting now”
JDC
Monday, October 22, 2007
Brain-Freeze
JDC
Sunday, October 21, 2007
like it always does
then it fell apart, it fell apart
oh baby, oh baby
like it always does, always does”
JDC
Friday, October 19, 2007
5 filmes favoritos
- O Senhor dos Anéis. É dificil escolher um deles, porque são todos da mesma história. Como disseste, Tiago, transportam-nos para um mundo completamente novo. Principalmente para quem leu os livros antes e percebe melhor a história.
- The Matrix. É inevitável. É único. Mas só o primeiro.
- O Padrinho, parte 1. Um clássico, muito bom mesmo. É violento. É cínico. Leva-nos para uma realidade que não conhecemos.
- Band of Brothers. Não é um filme. É uma mini-série de 10 episódios. Mas é sobre a segunda guerra mundial, o momento que define, quase na totalidade, a vida do nosso quotidiano. Tudo mudou depois da WWII. Esta mini-série, brilhante trabalho de Hanks e Spielberg, é realista sem ser gratuita e mostra-nos o sacrificio e a coragem que os aliados tiveram para por fim a uma monstrousidade. Ainda acerca da WWII, não me posso esquecer d’”A vida é bela”, do Roberto Benigni. Possivelmente o único filme que me apertou verdadeiramente o coração. A coragem e devoção de um pai ao seu filho e mulher mostram que podemos ser heróis, grandes heróis, mesmo que seja para apenas uma pessoa…
- The Shawshank Redemption. Foi neste filme que fiquei fã de Morgan Freeman. É um filme profundo, sobre a vida e a condição de resignação vs esperança. Sobre injustiça, sobre coragem. Por muitas vezes que o tenha visto, fico sempre a vê-lo mais uma vez.
Só posso dizer 5 (e já falei em 6…)?? Tantos outros que me lembro… The Departed, Se7en, Silêncio dos Inocentes, O Pianista, Braveheart (não posso mesmo por este filme na lista??? anda lá!), Lucky Number Slevin, Million Dollar Baby, Gladiator, O Exorcista, Eduardo Mãos-de-Tesoura, Mente Brilhante, Cidade de Deus….
Passo o desafio a todos os que me lêm. Isso já deve cobrir cerca de 3.
JDC
Afinal
O video é um pouco “capitalista” demais para o meu gosto. É óbvio que um sindicato demasiado forte conjugado por um monopólio no ensino leva ao enviesamento do sistema, como acontece na América ou em Portugal. A ideia dos vouchers parece-me muito interessante com uma excepção: se um pai preferir uma escola privada não deveria ter direito a voucher. Ou, pelo menos, um voucher tão elevado como os demais… Porque financiar um sistema privado com dinheiro de todos não está correcto. Para alguma coisa é que essas escolas têm propinas!
Por outro lado, uma maior autonomia das escolas no que toca a políticas de contratação promoveria uma selecção do ponto de vista da competência dos professores. Mas isto é uma faca de dois gumes: um sistema localizado pode levar a compadrios e abusos de contratos de curta duração. Porém, se os pais tivessem a possibilidade de escolher a escola dos seus filhos, escolas mal geridas sofreriam as repercussões. É a vantagem da competitividade do mercado.
Eu, que tenho apenas o entendimento de alguém que passou pelo sistema, julgo ser importante um sistema de avaliação das escolas. A maneira mais óbvia seria através de exames nacionais no final de cada ciclo (4º, 6º, 9º e 12º ano). Não podemos, nem devemos, ter medo de desmistificar o bicho papão dos exames nacionais. Os meus chegaram a ser mais fáceis que muitos testes durante o ano! Além disso, a flexibilidade de uma criança permirtir-lhe-à encarar os exames com naturalidade.
Tendo um sistema de avaliação definido, os pais poderão ter uma base de escolha para a escola dos seus filhos. Deste modo, associando os vouchers (o financiamento de cada escola depender, em parte, da quantidade de alunos que tem), fará com que as escolas se dinamizem para os alunos, para que estes tenham as melhores notas nos referidos exames. Para que tal seja possível, é necessário a flexibilização de contratos dos professores a nível local, pois só assim as escolas poderão gerir a sua eficiencia. Falta, então, um sistema de controlo desta gestão para garantir o bom funcionamento desta autonomia…
JDC
Thursday, October 18, 2007
Sorriso maldoso…
http://www.viddler.com/explore/RazrHog4Life/videos/1/1.3/
JDC
Sunday, October 14, 2007
Inspirações

JDC