Páscoa
Mais uma Páscoa passou. Talvez um dos acontecimentos mais importantes para os cristãos, na minha opinião o mais importante mesmo, visto o simbolismo. Eu não sou cristão. E não o sou principalmente por causa deste simbolismo. Na Páscoa celébra-se a ressurreição de Cristo e é precisamente aqui, ponto fundamental na fé cristã, que eu me interrogo. Tive tempo para pensar nisto um pouco mais a sério nesta Páscoa: não tenho nenhuma razão para acreditar nem para não acreditar na ressurreição de Cristo. É, portanto, uma questão unicamente de fé.
Eu pergunto: E se Jesus Cristo não fosse de facto filho de Deus? Fosse apenas um homem como tantos outros mas com uma mensagem extraordinária? Em que mudaria a veracidade dos seus ensinamentos? Sei que uma mensagem tão poderosa e ao mesmo tempo simples como “ama o próximo” é algo que o ser humano, imbuido de ambição e inveja (para citar algumas “qualidades”) jamais daria dimensão se Jesus se se tratasse de apenas um homem. Aqui entra, a meu ver, a importância da mística divina de Cristo: para quem acredita que ele é filho de Deus então a Sua palavra é verdade absoluta. Não há volta a dar-lhe. Mas para mim bastam-me a Sua mensagem. Não preciso que seja filho de Deus para ver que, inevitavelmente, o amor ao próximo, a tolerância, a justiça, enfim, a Sua mensagem é de facto o fio condutor de uma sociedade em harmonia e felicidade. Não é por acaso que as três principais religiões do mundo apregoam os mesmos princípios!
Espero não ter ofendido ninguém. Não é nem nunca será a minha intenção. Estou só a construir o meu lado religioso
Eu pergunto: E se Jesus Cristo não fosse de facto filho de Deus? Fosse apenas um homem como tantos outros mas com uma mensagem extraordinária? Em que mudaria a veracidade dos seus ensinamentos? Sei que uma mensagem tão poderosa e ao mesmo tempo simples como “ama o próximo” é algo que o ser humano, imbuido de ambição e inveja (para citar algumas “qualidades”) jamais daria dimensão se Jesus se se tratasse de apenas um homem. Aqui entra, a meu ver, a importância da mística divina de Cristo: para quem acredita que ele é filho de Deus então a Sua palavra é verdade absoluta. Não há volta a dar-lhe. Mas para mim bastam-me a Sua mensagem. Não preciso que seja filho de Deus para ver que, inevitavelmente, o amor ao próximo, a tolerância, a justiça, enfim, a Sua mensagem é de facto o fio condutor de uma sociedade em harmonia e felicidade. Não é por acaso que as três principais religiões do mundo apregoam os mesmos princípios!
Espero não ter ofendido ninguém. Não é nem nunca será a minha intenção. Estou só a construir o meu lado religioso
JDC